Um, Dois, O Freddy vem te pegar depois…
Não não…Não me leve a mal. Encare isso com todo respeito. Essa frase não é ouvida há anos, desde quando foi lançado “O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger”, em 1994. Aproveitando a onda dos remakes em 3D, os filmes de terror não poderiam ficar de fora e o filme mais cogitado para essa temporada é a nova versão de “A Hora do Pesadelo”, lançado originalmente em 1984. O estreante Samuel Bayer não deixou barato e já mostrou que não sabe somente dirigir clipes musicais.
Três, Quatro, Feche a porta do quarto…
Estudantes de uma mesma escola descobrem que estão tendo pesadelos com o mesmo personagem, que consegue fazer com que as lesões nos sonhos se façam na realidade. Antes que pudessem revelar a origem desses pesadelos, quase todos são triturados pelas garras metálicas de Freddy. O filme todo é movido pela automedicação de substâncias como a adrenalina e energéticos. Um cara vê Freddy matando sua amiga e é preso injustamente, o outro dorme no meio do treino de natação, enquanto a personagem principal passa o filme todo acordada e decide cochilar no fim… Vai entender, né…
Cinco, Seis, Reze mais uma vez…
Impossível não ter medo em uma produção como essa. A grande novidade já começa no elenco: Freddy é incorporado, pela primeira vez, por Jackie Earle Haley, que não participou dos filmes anteriores (Antes o papel era de Robert Englund). Outro destaque vai para Rooney Mara no papel de Nancy Thompson (a favorita de Freddy). Envolvente e impactante, o filme não permite que o espectador pisque sequer uma vez. Com atributos físicos super-humanos, Freddy comete todos os tipos de atrocidades, revelando-se mais brutal do que qualquer um dos outros 7 filmes da série. Se é impossível piscar, a palavra “dormir” nem passa pela mente de quem está assistindo. Minha sorte foi ter visto o filme à tarde. Mas para os insones de plantão, recomendo que vejam não só a versão 2010, como todos os outros filmes da série… Parecem curiosos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário