terça-feira, 12 de junho de 2012

A Crônica das Madrugadas e o Caso das Baratas


Pois bem, estava eu tendo já um dia daqueles, perturbação mental, passado revirando a mente, acabei que fiquei no PC o dia inteiro. Até que então enquanto fuxicava alguém no orkut, me peguei no seguinte pensamento: “O quanto eu odeio internet!” Tanta falsidade, pilantragem, falsas aparências. Larguei de mão tudo, e em um simples botão de desligar terminei o dia olhando para o caos que o começara. Fato que no dia seguinte eu ia ligar o PC novamente, mas no momento eu estava tão furioso com a vida que só me passou pela cabeça ir dormir, coisa que eu faço nessas situações ou senão sempre. Eram 21:00 horas ainda, mas como não havia solução, lá ia eu com o discman no ouvido e o travesseiro debaixo do braço. Não demorou muito acordei, normal pra quem já tinha dormido pela metade da tarde; Plena madrugada e eu sem sono algum, e outra: não tirava a revolta do meu pensamento em momento algum.

Decidi então fazer aquele clássico lanche ou o que mais era “assalto” a geladeira de madrugada. A cena era intrigante: eu sem camisa pela cozinha, desfilando com o discman debaixo do braço e tentando fazer o menor barulho.

*Nota: O discman estava alto.*

Eu não parava de pensar um segundo na minha revolta do dia, estava "p" da vida, me esgoelando como água na garganta. Fiquei tão "p" da vida que discuti com uma barata no chão, vê se pode: “discutir com uma barata”. Ta bem que ela começou né. Deixa-me contar o fato: minha cozinha é assim… De vez em quando sempre aparece um desses bichos estranhos, vira e mexe eu escuto uns barulhos que elas fazem. Aí lá vou eu salvar o dia; eu não tenho nada contra elas… Só que de um tempo pra cá elas estavam perdendo a noção das coisas e invadindo lugares antes não discutidos para elas estarem, primeiro foi na minha cadeira, quando do nada sou atacado no braço por uma barata, na hora fiquei tão "p" da vida que quase destruí meu quarto com o chilique que eu dei, peguei uma vassoura e espatifei-a até virar pó. Agora me vêm essa na cozinha, vê se pode?


- Isso é o que? Rebelião das baratas?

Enquanto eu comia avistei uma perdida no chão, para desencarrego de mente matei-a, dá uns três minutos quando eu me viro pra pegar não sei o que na geladeira, me vêm uma me bater no pé, “ela é cega ou o que?” Maluca em querer me atacar sozinha. Na hora fiquei até sem reação, ela foi me bateu e saiu correndo, além de burra é covarde, burra, porque bater em mim assim do nada… Depois de um tempo não sei porque eu já estava calmo, sentado no chão esperando o CD acabar e percebi que aquilo não foi tão em vão. Percebi que as coisas simples da vida são as mais gestuais e belas, porque eu estava estragando o meu dia, se não tinha nada pra ser estragado. Eu podia até ter feito bobagem se não fosse por aquela barata, podia ter brigado com alguém ou coisa pior, foi meio que: “Ei, se toca Rafael!”. Levantei e fui dormir depois de novo. Pra começar outra viagem no dia seguinte, outra discussão... Outra crônica.

A Hora do Pesadelo - Filme


Um, Dois, O Freddy vem te pegar depois…
Não não…Não me leve a mal. Encare isso com todo respeito. Essa frase não é ouvida há anos, desde quando foi lançado “O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger”, em 1994. Aproveitando a onda dos remakes em 3D, os filmes de terror não poderiam ficar de fora e o filme mais cogitado para essa temporada é a nova versão de “A Hora do Pesadelo”, lançado originalmente em 1984. O estreante Samuel Bayer não deixou barato e já mostrou que não sabe somente dirigir clipes musicais.
Três, Quatro, Feche a porta do quarto…
Estudantes de uma mesma escola descobrem que estão tendo pesadelos com o mesmo personagem, que consegue fazer com que as lesões nos sonhos se façam na realidade. Antes que pudessem revelar a origem desses pesadelos, quase todos são triturados pelas garras metálicas de Freddy. O filme todo é movido pela automedicação de substâncias como a adrenalina e energéticos. Um cara vê Freddy matando sua amiga e é preso injustamente, o outro dorme no meio do treino de natação, enquanto a personagem principal passa o filme todo acordada e decide cochilar no fim… Vai entender, né…
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Cinco, Seis, Reze mais uma vez…
Impossível não ter medo em uma produção como essa. A grande novidade já começa no elenco: Freddy é incorporado, pela primeira vez, por Jackie Earle Haley, que não participou dos filmes anteriores (Antes o papel era de Robert Englund). Outro destaque vai para Rooney Mara no papel de Nancy Thompson (a favorita de Freddy). Envolvente e impactante, o filme não permite que o espectador pisque sequer uma vez. Com atributos físicos super-humanos, Freddy comete todos os tipos de atrocidades, revelando-se mais brutal do que qualquer um dos outros 7 filmes da série. Se é impossível piscar, a palavra “dormir” nem passa pela mente de quem está assistindo. Minha sorte foi ter visto o filme à tarde. Mas para os insones de plantão, recomendo que vejam não só a versão 2010, como todos os outros filmes da série… Parecem curiosos.

O Vendedor de Sonhos - Livro






Sinopse: Um homem maltrapilho e desconhecido tenta impedir que um intelectual se suicide.Um desafio que nem a policia nem um famoso psiquiatra tinham sido capazes de resolver.Depois de abalá - lo e resgatá - lo,esse homem,de quem ninguém sabe a origem,o nome ou a história sai proclamando aos quatros ventos que a sociedades modernas se converteram ao hospício global.Com uma eloquência cativante,começa a chamar seguidores para vender sonhos em uma sociedade que deixou de sonhar.Nada tão belo e tão estranho ... Ao mesmo tempo em que arrebata as pessoas e as liberta do cárcere da rotina,arruma muitos inimigos.Será ele um sábio ou mais um louco dos seres ? Um romance que nos fará rir,chorar e pensar. 


Tudo começa com um ato de desespero que alguém pode tentar contra si. A tentativa de suicídio. Júlio César um professor bem sucedido em sua profissão, mas que decidira acabar com sua vida após ser deixado por sua esposa que descobrira a sua traição. Amante e esposa o abandonam, filho idem, para ele o suicídio seria uma forma de dar um fim ao seu sofrimento. Todos tentaram convencê-lo que aquele ato era insano, mas em nenhum momento aquele homem recuou em seu propósito. Até que chegou um homem simples em sua forma de vestir, que o faz repensar sobre a tal atitude, esse homem possuía um magnetismo que o suicida jamais tinha visto.



Depois de fazê - lo voltar atrás, aquele homem simples lhe faz uma proposta: segui-lo e ajudá-lo a vender sonhos. Eles dois seguem até que um bêbado, que fazia parte do aglomerado de pessoas que estava a observar aquela cena, cujo nome era Barnabé - mais conhecido como Boquinha de Mel por ser um alcoólatra muito extrovertido -, de imediato se junta ao Júlio e aquele homem que ninguém sabia da origem e seguem até o viaduto, ponto de moradia do grupo.

Aos poucos,vão aumentando os seguidores, vêm Dimas Melo ''Mão de Anjo'' - um ladrão -, Edson, o milagreiro egocêntrico, Mônica, modelo, Dona Jurema, uma idosa com a alma revolucionária. Esses fazem parte do grupo que sempre acompanham O Vendedor de Sonhos, que vai conquistando cada vez mais seguidores; desde os humildes aos empresários, e com isso gera grande inveja principalmente por parte do grupo empresarial Megasoft.

Este best-seller brasileiro traduz uma sociedade atual, onde o sistema é quem define o que é bom e o que é ruim, o que vestir, comer e etc. E nesse contraponto é que aparece esse homem, visto por muitos como um louco. Um homem que se mostra sem apego às coisas materiais, um homem simples, mas que carrega consigo grandes ensinamentos que para muitos podem parecer utópicos, no entanto para ele eram algo importante para que houvesse mudança nas pessoas.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A Invenção de Hugo Cabret - O Livro


SINOPSE: Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris dos anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo cuida dos gigantescos relógios do lugar - escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento das máquinas. A sobrevivência de Hugo depende do anonimato - ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto. Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e um homem mecânico estão no centro desta intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos e do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura.

Desde a morte de seus pais, Hugo Cabret vai morar com seu tio, em uma estação de trem . Logo, ele aprende como mexer nos relógios da estação para mante-los funcionando, e cada vez mais seu tio deixa que ele cuide dos relógios... Ele saía, mas sempre voltava de seus passeios, que nunca incluíam Hugo. Mas um dia, ele sumiu , e nunca mais voltou, e Hugo virou o responsável pelos relógios da estação.

Ninguém poderia saber que ele estava lá, cuidando dos relógios, pois ele não tem pais, seu tio sumiu, e ele rouba comida para não morrer de fome. Seria levado para um orfanato. Antes de morrer, seu pai estava terminando de montar um autômato que ele achou no museu em que trabalhava. Logo depois da morte de seu pai, Hugo conseguiu recuperar o autômato, e começou a roubar peças da loja de brinquedos da estação, para poder consertá-lo.

O que Hugo usava para consertar era um caderno com desenhos do autômato, feitos pelo pai, que mostravam onde cada peça encaixava... Mas, o dono da loja de brinquedos que Hugo furtava as peças, descobriu os furtos, e pegou o caderno de Hugo. Ele ficou desesperado, mas o senhor não devolveria enquanto ele não falasse de quem era aquele caderno. Hugo não contava, e ele não devolvia o caderno. Ele conhece a sobrinha do dono da loja, Isabelle, que promete que vai ajuda-lo a recuperar o caderno. Logo eles se tornam amigos, e começam a desvendar juntos, os segredos que o tio de Isabelle escondia!


Gostou? Clicando aqui dá pra conferir o primeiro capítulo do livro.